Semana Santa 2014

Confira a programação da Semana Santa deste ano de 2014

Canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II

Dia 27 de abril de 2014, às 10 horas, na Praça de São Pedro...

Papa Francisco dá exemplo ao se confessar

Papa Francisco surpreende e nos dá um grande exemplo ao se confessar!

Campanha da Fraternidade 2014 - CNBB

Fraternidade e Tráfico Humano

Festa de Nossa Senhora de Fátima - 2014

De 08 a 13 de maio >> Em breve mais informações!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Canonização dos Beatos João XXIII e João Paulo II

NOTIFICAÇÃO
PAPAL
para a Canonização do Beato
João XXIII (1881-1963) João Paulo II (1920-2005)


Em 27 de abril de 2014 segundo Domingo de Páscoa ou da Divina Misericórdia, às 10 horas, na Praça de São Pedro, o Santo Padre Francis celebrará a Santa Missa com o rito de canonização dos Beatos:

João XXIII, o Papa

João Paulo II, o Papa

Será que concelebrar com o Santo Padre:

- Os Cardeais e Patriarcas, que será às 9 horas, na Capela de São Sebastião, na Basílica, trazendo com ele o damasco branco mitra;

- Arcebispos e Bispos têm um bilhete especial do Escritório de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, que vão, às 8h30, no Braço de Constantino, trazendo amicto, alva, cíngulo e mitra branca.

***

Os Cardeais, Patriarcas, Arcebispos e Bispos e todas aqueles que, de acordo com o motu proprio " Pontificalis Domus ", certifique-se a Capela Papal e são cobertos pela notificação , que desejem participar na celebração litúrgica, vai usar seu vestido de coro adequada e são convidados a às 9 horas, na esplanada em frente à Basílica.

Cidade do Vaticano, 08 de abril de 2014

Por mandato do Santo Padre

Monsenhor Guido Marini, 
Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias
Fonte (Santa Sé)

A Cruz não é um ornamento, é o mistério do Amor de Deus


A Cruz não é um ornamento, é o mistério do Amor de Deus – esta a principal mensagem do Papa Francisco na Missa desta terça-feira na Capela da Casa de Santa Marta. Em caminho no deserto, o povo murmurava contra Deus e contra Moisés. Mas quando o Senhor lhes mandou serpentes o povo admitiu o seu pecado e pediu um sinal de salvação. O Papa Francisco tomou a Primeira Leitura tirada do Livro dos Números, para refletir sobre a morte no pecado. E sublinhou que Jesus no Evangelho do dia alerta os fariseus dizendo-lhes: ‘Morrereis no vosso pecado’:

“Não há possibilidade de sair sozinhos do nosso pecado. Não há possibilidade. Estes doutores da lei, estas pessoas que ensinavam a lei não tinham uma ideia clara sobre isto. Acreditavam, sim, no perdão de Deus, mas sentiam-se fortes, auto-suficientes, sabiam tudo.”
Segundo o Papa Francisco não se percebe o cristianismo se não se perceber a humilhação profunda do Filho de Deus. Porque o cristianismo não é uma doutrina filosófica...“O cristianismo não é uma doutrina filosófica, não é um programa de vida para sobreviver, para ser educados, para fazer a paz. Estas são consequências. O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa erguida, na Cruz, uma pessoa que se aniquilou a sí própria para nos salvar; fez-se pecado. E assim como no deserto foi erguido o pecado, aqui foi erguido Deus, feito homem e feito pecado por nós. E todos os nossos pecados estavam ali. Não se percebe o cristianismo sem se perceber esta humilhação profunda do Filho de Deus, que humilhou-se a si próprio fazendo-se servo até à morte de Cruz, para servir.”
O Santo Padre concluiu a sua homilia explicando que a Cruz de Cristo não é um ornamento mas o mistério do Amor de Deus:“Não é um ornamento, que nós devemos meter sempre nas igrejas sobre o altar. Não é um símbolo que se distingue dos outros. A Cruz é o mistério, o mistério do amor de Deus, que se humilha a si próprio, faz-se um nada, faz-se pecado.”

“... o perdão que nos dá Deus são as chagas do seu Filho na Cruz, erguido na Cruz. Que Ele nos atraia para Si e que nós nos deixemos curar.” (RS)

Fonte (News.va)

sexta-feira, 28 de março de 2014

Papa Francisco surpreende e nos dá um grande exemplo ao se confessar

O papa Francisco surpreendeu seu próprio mestre de cerimônias nesta sexta-feira ao confessar seus pecados a um sacerdote na Basílica de São Pedro.

O papa presidia uma missa para mostrar a importância que ele atribui ao sacramento da reconciliação, comumente conhecido como confissão.

Depois de ler um sermão, ele deveria ter ido a um confessionário vazio para ouvir confissões dos fiéis comuns, enquanto cerca de 60 sacerdotes espalhados ao redor da enorme igreja faziam o mesmo.

Seu mestre de cerimônias, monsenhor Guido Marini, apontou a cabine vazia ao papa, mas Francisco foi direto para outra, ajoelhou-se diante de um sacerdote surpreso e confessou a ele por alguns minutos.

O papa, então, voltou para a cabine vazia e ouviu as confissões de um número de fiéis. Francisco se confessa regularmente, mas em privado.

Com esta atitude o Santo Padre Papa Francisco dos dá um grande exemplo de humildade como tantos outros, porem este com um diferencial, tocou a fundo o sacramento da reconciliação (confissão), nos fazendo um convite: reconciliai-vos com Deus!